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O armazém refrigerado que a Yilport está construindo, através de sua subsidiária equatoriana YilportEcu S.A, atingiu 93% de avanço em suas obras de execução. A obra conta com um investimento de USD 30 milhões e possui 17.000 metros quadrados e capacidade para mais de 15.000 paletes.
A esse respeito, Jimmy Blacio, presidente do conselho de administração da Autoridade Portuária de Porto Bolívar, destacou que a instalação mudará o esquema logístico dos exportadores, especialmente do setor bananeiro, conforme noticiou o meio El Universo.
Ao contar com armazenamento em temperatura controlada antes do embarque, os produtores poderão colher continuamente sem depender do itinerário dos navios.
Isso melhoraria a conservação da fruta, otimizaria os tempos de permanência no porto e reduziria o congestionamento viário nos acessos ao terminal.
A instalação operará por meio de um sistema robotizado que organiza a carga em racks sob as instruções de um software de gestão logística.
A digitalização permite administrar simultaneamente frutas de diferentes marcas, exportadoras ou linhas de navegação, mantendo a cadeia de frio.
A obra exigiu tecnologia importada do Japão, Alemanha, Estados Unidos e China, além de infraestrutura elétrica própria e sistemas de backup industrial.
Este investimento se soma aos mais de USD 400 milhões executados pela Yilport desde 2016 na ampliação de cais, pátios, guindastes, scanners e sistemas de segurança.
Apesar do desenvolvimento alcançado, o terminal opera atualmente a 30% de sua capacidade instalada, o que deixa uma margem de crescimento de 70% para incorporar itens como camarão, café e minerais, além de captar novas rotas diretas para a Ásia.
O plano de expansão é complementado com o desenvolvimento do Acesso Norte - cujas obras viárias na avenida La Primavera estão em andamento - para desviar o tráfego pesado da via Bolívar Madero Vargas e agilizar a fluidez do transporte de carga.

