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As exportações tradicionais somaram 50,935 milhões de dólares entre janeiro e julho deste ano, o que implicou um crescimento de 44% em comparação com o registrado no mesmo mês de 2025, informou hoje a Adex.
De acordo com seu 'Relatório de Exportações - Julho 2026', os envios tradicionais chegaram a representar 80.2% do total registrado no sétimo mês do ano.
Destacou-se que a mineração foi a atividade líder com envios de 46,283 milhões de dólares, com um aumento de 49.2% graças às maiores vendas de cobre e ouro em bruto que agruparam 64.8% da demanda.
Seguiram-se os hidrocarbonetos (cujos envios cresceram 28.4%) e o agronegócio (0.4%).
Os principais destinos das exportações tradicionais foram a China (que representou 46.1%), Índia, Canadá, Estados Unidos e Suíça.
Por sua vez, a oferta com valor agregado somou 12,586 milhões de dólares, experimentando uma evolução de 2.5% em relação ao mesmo período de 2025 (12,277 milhões) e agrupando os 19.8% restantes.
Destacaram-se a agroindústria (com envios de 6,017 milhões de dólares), química (1,536 milhões), pesca-aquicultura (1,443 milhões), siderometalurgia (1,372 milhões), confecções (669.8 milhões), mineração não metálica (563.3 milhões), metalmecânica (418 milhões), têxtil (305.7 milhões), diversos (190 milhões), madeiras (40.9 milhões) e joalheria (31 milhões).
A partida mais importante foi a abacate (1,128 milhões de dólares), seguida por uvas frescas, pota congelada, mirtilos, fio de cobre refinado, as demais chapas de cobre, mangas, fosfatos de cálcio naturais, cacau em grão, zinco não ligado, entre outros.
Em relação aos destinos, os Estados Unidos foram o líder (27.9% do total), seguidos por Países Baixos (9.4%), China (6.7%), Chile (6.4%) e Espanha (5.2%). Completaram o top ten Colômbia, Equador, México, Brasil e Coreia do Sul.

