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Equador, juntamente com México, Peru e Guatemala, solicitou isenções diante da proposta de novas tarifas impulsionada pelos Estados Unidos para produtos vinculados a supostas práticas de trabalho forçado nas cadeias de suprimentos. Durante audiências perante o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), representantes dos países latino-americanos expuseram seus argumentos para evitar medidas que possam afetar o comércio bilateral e suas exportações.
No caso equatoriano, a solicitação se enquadra na defesa de suas cadeias produtivas e dos setores que participam do intercâmbio comercial com o mercado estadunidense. As autoridades dos países participantes assinalaram que contam com mecanismos de controle e regulação trabalhista, além de questionar a aplicação de medidas tarifárias adicionais que poderiam gerar impactos sobre empresas exportadoras e consumidores.
A revisão dessas propostas por parte do USTR reflete os desafios atuais do comércio internacional, onde as regulamentações sobre cadeias de suprimentos adquirem maior relevância. Para o Equador, manter condições comerciais estáveis com os Estados Unidos é estratégico para fortalecer suas operações de exportação, a conectividade logística e o desenvolvimento dos setores produtivos vinculados ao comércio exterior nacional.

