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Cada vez mais pessoas incluem seus animais de companhia em seus planos de viagem, mesmo quando o destino implica cruzar uma fronteira. Para que essa mudança se concretize sem contratempos, é necessário gerenciar através do Servicio Nacional de Sanidad y Calidad Agroalimentaria (SENASA) o Certificado Veterinário Internacional (CVI), documento que atesta que o animal de estimação cumpre os requisitos sanitários exigidos pelo país de destino.
Para sua tramitação, a primeira coisa que os viajantes devem levar em consideração, seja qual for o destino, o tipo de animal de estimação com o qual viaja ou a modalidade escolhida, é se informar com antecedência. A forma de fazê-lo é muito simples: devem consultar no buscador de requisitos o que o país para o qual se deseja viajar solicita, de acordo com o tipo de animal que será transportado.
Uma vez conhecidas essas exigências, é fundamental iniciar o processo com antecedência suficiente, contemplando os tempos de análise e correção documental para a emissão do certificado e, sobretudo, na alta temporada de turismo, quando a demanda pelo processo cresce consideravelmente.
Entre as alternativas disponíveis, o CVI Digital se destaca como a forma mais ágil, cômoda e confiável de tramitar o certificado. Trata-se de uma opção completamente virtual, com assinatura eletrônica, que permite iniciar a solicitação, carregar a documentação sanitária e receber o certificado sem a necessidade de se dirigir a um escritório: tudo é resolvido a partir de um computador e através de uma caixa de e-mail.
Esta modalidade está habilitada para os destinos mais escolhidos por quem viaja com cães ou gatos —Uruguai, Paraguai, Brasil e Chile—, que na alta temporada concentram 90% da demanda. No caso do Uruguai, o processo digital tem um peso particular: além de ser o destino mais frequente para quem viaja com seus animais de estimação da Argentina, um em cada três viajantes já gerencia seu CVI à distância.
O circuito é simples: deve-se iniciar a solicitação no Sistema de Mascotas del SENASA e apresentar a documentação, que será analisada pelo SENASA dentro de 72 horas úteis para verificar se cumpre as exigências do país de destino. Se tudo estiver em ordem, ao pagar os cupons de pagamento e comprovar os comprovantes, o certificado chega por e-mail dentro das 24 horas úteis seguintes, pronto para baixar e apresentar nos controles oficiais (impresso ou diretamente através do smartphone).
Quem se desloca por via terrestre de ou para Tierra del Fuego deve ter o Certificado Veterinário Austral (CVA) para atravessar território chileno. Este documento emitido pelo Serviço Nacional atesta o cumprimento das certificações de saúde, a vacinação antirrábica e o tratamento antiparasitário do animal.
Cabe destacar que este certificado é de uso exclusivo para viajar por trânsito terrestre de Tierra del Fuego para outra província ou para entrar na ilha, e não permite a entrada e permanência no Chile. Para esse caso, deverá ser selecionado um Certificado Veterinário Internacional (CVI) com destino Chile.
O CVA também pode ser tramitado de forma digital, selecionando no Sistema de Mascotas o destino Argentina–Chile–Argentina e carregando a documentação exigida, sem a necessidade de comparecer a um escritório.
Além da modalidade escolhida, a recomendação é sempre a mesma: planejar a viagem com tempo, verificar os requisitos de acordo com o destino e o tipo de animal de estimação, e escolher apenas uma via para gerenciar o processo, já que iniciá-lo por diferentes canais pode atrasar sua resolução.
Diante de qualquer dúvida, o órgão disponibiliza seus canais de atendimento para resolver consultas antes de comparecer presencialmente a um escritório:
•E-mail: responde@senasa.gob.ar.
•WhatsApp: (11) 3585–9810.
• Ofiinas del SENASA – vías de comunicación.
• Formulario de consulta ciudadana.
Toda a informação sobre requisitos, custos e modalidades está disponível no portal de información para el traslado de perros y gatos.

