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A Maersk organizou uma visita ao Terminal Puerto Coquimbo (TPC), uma iniciativa que reuniu representantes da indústria e exportadores de citrinos para conhecer in loco a operação portuária ligada ao embarque de contentores refrigerados.
Durante o dia, os participantes puderam observar in loco os processos da companhia marítima e do terminal, bem como a operação de um navio que se encontrava em faena de embarque de contentores refrigerados, um elo chave para a conexão com mercados internacionais como os Estados Unidos.
A atividade contemplou uma palestra de segurança, um tour pelo Sítio 3 para observar as operações de embarque e um espaço de conversa para resolver dúvidas, partilhar experiências sobre os desafios logísticos da temporada e identificar oportunidades para impulsionar o desenvolvimento do serviço de linha de contentores.
O dia concluiu com uma apresentação de Laura Chiuminatto, gerente geral da TPC, que deu a conhecer as principais características do terminal, as suas capacidades operacionais e os avanços tecnológicos implementados para continuar a fortalecer a operação e a qualidade do serviço.
Manuel Astudillo, da área de Customer Experience da Maersk, juntamente com Marcela Quiroz, responsável pelo depósito de contentores na TPC, abordaram diferentes aspetos operacionais e destacaram a relevância de uma cadeia logística eficiente e coordenada para garantir embarques seguros e oportunos.
Astudillo indicou que "o principal objetivo foi fortalecer o nosso papel como Trusted Advisor, aproximando-nos da operação real dos nossos clientes para entender em profundidade os seus processos, desafios logísticos e necessidades específicas. O Porto de Coquimbo apresenta vantagens estratégicas relevantes para a exportação de citrinos, particularmente pela sua proximidade às zonas produtivas do norte chico, o que permite reduzir tempos de transporte terrestre e preservar a qualidade da fruta. Uma operação ágil e baixa congestão, convertem-no numa alternativa eficiente para carga reefer".
"O uso deste porto permite-nos evitar o transporte de fruta para portos da zona central como San Antonio e Valparaíso, gerando poupanças relevantes em tempos e custos logísticos. Nessa linha, estamos convencidos de que a colaboração com a Maersk e o porto fortalece a eficiência e a continuidade das nossas operações, contribuindo diretamente para o desenvolvimento competitivo da região", expressou Cristián Vergara, gerente geral da Frunor.
Fonte: Portal Portuario

