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Os práticos portuários do complexo transnacional North Sea Port (Bélgica-Países Baixos) completam seu décimo dia interrompendo o tráfego marítimo, especialmente na subestação belga do Porto de Gante.
O protesto se mantém porque os referidos trabalhadores não conseguiram chegar a um acordo com as autoridades portuárias em relação às reformas de pensões e trabalhistas (esta última permite a introdução de empresas privadas nas operações de praticagem).
Na página web do North Sea Port, foi informado que nove navios não puderam efetuar sua saída do porto belga, enquanto 10 embarcações permanecem à espera para poder entrar, totalizando 19 navios afetados durante a jornada de sexta-feira, 26 de junho.
A esse respeito, Cas König, diretor-geral do complexo transnacional, garantiu que "no North Sea Port lamentamos profundamente esta situação. O fluxo fluido, eficiente e seguro do tráfego de mercadorias é essencial para o nosso porto, as empresas que nele operam e as dezenas de milhares de pessoas que ali trabalham diariamente".
"Por isso, defendemos firmemente um diálogo construtivo entre todas as partes envolvidas, para que a continuidade do serviço possa ser garantida. Nossas empresas e as pessoas que trabalham em nosso porto dia após dia devem poder confiar que a cadeia de suprimentos marítima funcione de forma confiável e previsível. Este é um requisito fundamental para manter nossa posição como um porto europeu líder", finalizou König.
