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A estratégia da China na América Latina combina investimentos em infraestrutura, tecnologia e mecanismos de cooperação. Entre seus principais projetos, destaca-se o megaporto de Chancay, enquanto em 2025 a China anunciou para a CELAC uma linha de crédito de US$ 9,2 bilhões e novos programas de cooperação.
No Equador, o Tratado de Livre Comércio com a China abre oportunidades para ampliar as exportações, embora a análise alerte para o risco de uma maior dependência de matérias-primas. A experiência do Peru e do Chile é apresentada como referência diante dos desafios de diversificação industrial e comercial.
A influência chinesa também se estende a âmbitos tecnológicos, acadêmicos e culturais, por meio de sistemas de vigilância, bolsas de estudo, treinamentos e Institutos Confúcio. O relatório da Human Rights Foundation aponta que essa combinação de vínculos econômicos e diplomacia busca consolidar a presença de Pequim na região.

