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A Federação Colombiana de Agentes Logísticos em Comércio Internacional (Fitac) fez um apelo urgente ao Governo da Colômbia e às autoridades competentes para intervir nos bloqueios rodoviários, registrados em setores chave como Bendiciones, Loboguerrero e Zaragoza, que paralisam o fluxo de carga para o Porto de Buenaventura.
O grupo destacou que é preciso avançar "em mecanismos de diálogo e atenção imediata diante da situação que Buenaventura enfrenta atualmente, onde as restrições de mobilidade em setores como Bendiciones, Loboguerrero e Zaragoza já geram impactos sobre a população, o abastecimento e a operação logística do país".
"Desde o passado dia 19 de maio, as afetações nos corredores de acesso têm limitado o trânsito de veículos particulares, transporte intermunicipal e carga pesada, situação que mantém centenas de transportadores detidos e dificulta o desenvolvimento normal das operações portuárias e de comércio exterior no principal porto do Pacífico colombiano", comunicou a Fitac.
"A situação também começa a gerar consequências diretas sobre a cidadania e as dinâmicas econômicas da região. As dificuldades de abastecimento de alimentos, gás e produtos essenciais aumentam a preocupação diante de possíveis riscos de segurança alimentar, enquanto distintos produtores e setores empresariais enfrentam perdas derivadas de atrasos logísticos, interrupções operacionais e maiores custos de transporte", acrescentou.
Nesse sentido, a Federação de agentes logísticos destacou que "as restrições já impactam outros pontos estratégicos do sudoeste do país. Em Cali, foram registrados fechamentos temporários e afetações na operação do Terminal de Transporte, refletindo o alcance regional que a contingência começa a ter sobre a mobilidade e a conectividade terrestre".
"Diante deste panorama, a Fitac reitera a importância de adotar medidas que permitam restabelecer as condições de mobilidade, garantir corredores para o abastecimento e avançar em soluções concertadas que contribuam para reduzir as afetações sociais, econômicas e logísticas que hoje Buenaventura e o comércio exterior colombiano enfrentam", adicionou.
Fonte: portalportuario

