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A Autoridade Portuária da Baía de Algeciras (APBA) continua avançando em seu compromisso com a economia circular, contemplado em sua Estratégia Verde, mediante o aproveitamento e reutilização de materiais procedentes da demolição do Tinglado do Cais Juan Carlos I, uma atuação que priorizou a recuperação de elementos com potencial de reutilização frente a modelos convencionais de gestão de resíduos.
A iniciativa permitiu recuperar um total de 272 componentes procedentes de instalações elétricas, sistemas de combate a incêndio, elementos de iluminação e sistemas de controle, favorecendo sua reutilização em futuras atuações e infraestruturas portuárias e prolongando a vida útil de equipamentos e materiais que continuam mantendo funcionalidade e valor técnico.
Entre os elementos aproveitados destacam-se quadros elétricos, motores elétricos de portas corrediças, botões de alarme, detectores, extintores, luzes de emergência, sistemas de iluminação interior e exterior, claraboias industriais tipo Sunoptics, sistemas CCTV e quadros de serviço, além de aproximadamente 2.500 metros quadrados de chapa metálica.
A recuperação desses materiais foi realizada sob critérios de desmontagem seletiva, permitindo separar, classificar e conservar componentes suscetíveis de reutilização antes do processo de demolição da infraestrutura.
Esta atuação enquadra-se na aposta da APBA por incorporar princípios de economia circular no desenvolvimento e transformação de suas infraestruturas, priorizando a reutilização de recursos, a redução de resíduos e a otimização do aproveitamento de materiais existentes.
O aproveitamento desses elementos permitirá reduzir o consumo de novas matérias-primas e minimizar a geração de resíduos associados à substituição de equipamentos e instalações, contribuindo ainda para diminuir a pegada de carbono derivada da fabricação e aquisição de novos materiais.
Além do aproveitamento de elementos e instalações já realizado, a atuação contempla também a possibilidade de valorizar mais de 6.000 toneladas de materiais pétreos e concretos gerados durante a demolição para sua possível reutilização em aterros de obras portuárias, uma alternativa atualmente pendente de avaliação técnica e das correspondentes autorizações administrativas por parte da Junta de Andaluzia.
Com este projeto, a APBA reforça seu compromisso com a sustentabilidade ambiental e a transição para modelos de gestão mais eficientes e circulares, impulsionando atuações que permitem transformar infraestruturas obsoletas em novas oportunidades de aproveitamento de recursos dentro do ambiente portuário.
Fonte: portalportuario

