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A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, recebeu na última sexta-feira (25) uma visita técnica de inspetores da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). O evento contou com a presença de diretores da TCP, do superintendente substituto de Fiscalização e Coordenação das Unidades Regionais da ANTAQ, Fábio Fonseca, da gerente de Coordenação das Unidades Regionais, Flávia Pontilhão, e de cerca de 80 inspetores da agência que atuam em diferentes regiões do país.
O evento marcou o encerramento do Encontro Nacional de Fiscalização (ENAFIS) de 2026, um evento que a ANTAQ organiza anualmente desde 2017 e que foca na capacitação técnica, governança e harmonização dos procedimentos regulatórios. Realizada em Curitiba nesta edição, a iniciativa contou com debates e painéis durante quatro dias.
Durante a etapa teórica do ENAFIS, a TCP participou de dois painéis sobre logística de contêineres. No primeiro, que inaugurou o evento e também abordou o Direito Marítimo, o terminal foi representado por seu superintendente institucional e jurídico, Rafael Stein Santos, juntamente com representantes de armadores, agentes de carga e do Poder Judiciário. Já no penúltimo dia, a empresa voltou ao debate para realizar uma apresentação institucional da companhia. No último dia do evento, os inspetores e líderes da ANTAQ se deslocaram a Paranaguá para realizar uma visita ao Terminal.
"A visita técnica é fundamental porque une os conhecimentos técnicos e teóricos adquiridos em sala de aula com a experiência cotidiana de como funciona um porto. A TCP é um terminal de contêineres que opera em alto desempenho e com um volume de movimentação significativo em território nacional, sendo vital para a área de influência do Porto de Paranaguá. Por isso, para nós, visitar o local e conhecer uma infraestrutura dessa magnitude é muito importante para ver como as coisas funcionam no Brasil e em um nível comparável ao dos maiores terminais do mundo", destacou Fonseca.
Durante a visita da delegação, os inspetores foram guiados para conhecer a infraestrutura e as atividades que são realizadas na torre de controle de operações, no portão de acesso, no armazém alfandegado de importação, na linha férrea, no setor de segurança patrimonial, na área de armazenamento de cargas perigosas (IMO) e no cais de atracação.
«É um privilégio receber a delegação da ANTAQ com inspetores de todo o país para apresentar a solidez e a eficiência das operações do maior terminal de contêineres do sul do Brasil. Essa proximidade e a coordenação contínua com a autoridade reguladora têm gerado excelentes resultados para o comércio exterior brasileiro, beneficiando os clientes e todo o ecossistema empresarial que utiliza a TCP como corredor de exportação e importação», comenta Santos.
A TCP também participou dos painéis sobre «Navegação marítima: logística de contêineres e direito marítimo», que foram realizados no dia da inauguração do evento.
A TCP foi um dos terminais portuários que mais cresceu no país nos últimos anos. De 2021 a 2025, as operações aumentaram cerca de 50 %, passando de 1,101 milhão de TEU (unidade de medida padrão de um contêiner de 20 pés) para 1,663 milhão de TEU, o que posiciona a TCP como o terceiro maior terminal portuário do Brasil e o maior da região Sul.

