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A Fiscalía Nacional Económica (FNE) aprovou a operação entre Puerto Ventanas (PVSA), subsidiária da Sigdo Koppers, e Engie Chile que permitirá a aquisição do terminal Puerto Andino, localizado na baía de Mejillones.
Segundo a empresa, a validação representa um marco para materializar o acordo anunciado por ambas as companhias em fevereiro passado. Além disso, a Região de Antofagasta e o norte do Chile avançam para uma nova etapa em logística marítimo-portuária, posicionando o Puerto Abierto como um terminal estratégico para o comércio exterior, a mineração e outras indústrias relevantes.
A incorporação do terminal busca combinar capacidade técnica, continuidade operacional e tecnologia, juntamente com uma gestão orientada para os padrões de sustentabilidade com os quais a PVSA opera.
Puerto Andino é uma infraestrutura portuária destinada à transferência, descarga e embarque de granéis sólidos e líquidos, com capacidade para movimentar mais de 6 milhões de toneladas por ano.
O terminal conta com três sistemas mecanizados de alto padrão tecnológico; o maior calado da baía, com 18 metros; 95% de disponibilidade marítima e uma baixa condição de fechamento por ressacas, próxima a 5% anual, atributos que contribuem para uma operação mais estável e eficiente. Além disso, dispõe de 75 hectares destinados a áreas de apoio e ao potencial desenvolvimento de novos projetos.
O presidente executivo da Sigdo Koppers, Juan Eduardo Errázuriz, destacou que este marco permitirá potencializar a competitividade portuária da região e oferecer as soluções integradas marítimo-portuárias que o Chile e o Cone Sul necessitam.
"A aprovação nos permite avançar em nosso objetivo de fortalecer a infraestrutura logística do norte do Chile. Puerto Andino é um ativo estratégico para responder à crescente demanda por serviços portuários vinculados à mineração, ao comércio exterior e aos futuros fluxos associados ao Corredor Bioceânico de Capricórnio", afirmou Errázuriz.
A empresa destacou que a operação ocorre em um contexto de transformação para Mejillones, onde a atividade portuária e a transição energética terão um papel relevante para os desafios futuros da Região de Antofagasta e do comércio exterior do Chile.
Fonte: Portal Portuario

