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O ano de 2026 registra um crescimento recorde nas exportações de bens do Panamá. O valor alcançado entre janeiro e julho totaliza 913,1 milhões de balboas, ou seja, uma receita de 142,5 milhões a mais que no mesmo período do ano anterior.
Os motores desse crescimento histórico são o setor agropecuário, a pesca e um impressionante aumento de 47,5% nas indústrias que operam sob regimes econômicos especiais.
A exportação de bens cresceu 10% em comparação com 2025. O que significa um aumento de 59,3 milhões de dólares. No setor agropecuário, a reativação das exportações de frutas (especialmente banana) são as principais responsáveis pela recuperação, registrando 15,5% do total das exportações de bens.
Os Estados Unidos recebem 16,9% do que o Panamá exporta e lideram a lista de destinos no período. Uma posição que mantém desde 2023, consolidando-se como o principal parceiro do comércio internacional panamenho.
Entre os primeiros destinos para os quais o Panamá exporta, figuram também Taiwan em segundo lugar, seguido pela Zona Livre de Colón, Países Baixos, Índia, Costa Rica, Dinamarca, México e China Continental.
A lista dos produtos que lideram as exportações começa com camarões congelados e peixes (18,3%), frutas (15,5%), como efeito da reativação da produção de banana e melancia. Seguem os óleos de peixe e palma (11,4%) e, em seguida, na lista, madeira de teca, resíduos metálicos e medicamentos.
Entre bens e a atividade dos regimes especiais, o crescimento total das exportações representa 18,5% a mais que no mesmo período de 2025.
Os números refletem uma tendência de alta, pois já no primeiro trimestre foram registrados resultados igualmente encorajadores. O crescimento das exportações tem um impacto direto e dinamizador na economia nacional, atuando como um motor chave para o bem-estar social, o desenvolvimento regional e o fortalecimento da competitividade do país.

