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No âmbito do processo de socialização da proposta de Política Logística Regional impulsionada pela Empresa Portuária Iquique (EPI), representantes da estatal realizaram uma sessão de trabalho com secretários regionais ministeriais de Obras Públicas (MOP), Transportes e Telecomunicações (MTT) e Desenvolvimento Social e Família (Midesof) de Tarapacá.
"Os eixos estratégicos da proposta, que busca consolidar Tarapacá como um polo logístico na macrozona sul-americana, fortalecem a infraestrutura, digitalização, sustentabilidade e conectividade com projetos-chave como os corredores bioceânicos, projetos de mineração, abertura da cabotagem marítima, entre outros impulsionadores de demanda", comunicou a EPI.
"Foi enfatizada a importância do processo de licitação para a nova concessão do Porto de Iquique, entregando as diretrizes do roteiro para o desenvolvimento do complexo portuário para as próximas décadas", complementou.
Em linha com o informado pela estatal portuária, as autoridades regionais valorizaram a iniciativa da EPI de abrir espaços de diálogo direto e transparente, entregando suas visões e contribuições de cada uma de suas pastas para enriquecer a proposta e reafirmar um compromisso transversal com o desenvolvimento sustentável e integral da região.
A esse respeito, o seremi do MOP, Enrique Martínez, destacou que "foi relevante conhecer as principais diretrizes do Plano Diretor de desenvolvimento portuário do Porto de Iquique. É fundamental coordenar em conjunto os planos que o Ministério de Obras Públicas tem em relação à infraestrutura que a região requer para conectar o porto e a carga internacional com todos os setores produtivos de Tarapacá".
Por sua vez, o seremi do MTT, Carlos Navarrete, comentou que "esta proposta de política é indispensável para que, daqui ao horizonte de 2050, possamos ter uma cidade e uma região com marcos relevantes para melhorar o que é o porto. Isso implica tanto melhorias internas quanto externas, incorporação de tecnologia e também, por que não dizer?, contar com uma projeção em termos de conectividade de nossas vias, tanto externas quanto internas, em direção ao Porto de Iquique".
Por sua vez, Katherine Flores, seremi da pasta de Desenvolvimento Social e Família, precisou que "presenciamos a exposição do plano diretor, o qual sabemos que significará um grande realce para a economia, o investimento e todo o crescimento que nossa região necessita como plataforma logística e comercial de Tarapacá. Sabemos da importância de trabalhar de forma conjunta para abordar as diferentes questões e continuar avançando na concretização deste plano".
"É fundamental que a proposta de Política Logística Regional seja construída a partir de olhares diversos e representativos. Valorizamos a discussão e a análise aportadas, porque estamos convencidos de que somente através deste trabalho conjunto conseguiremos projetar um instrumento robusto, que responda aos verdadeiros desafios da região e planeje com sucesso o futuro de Tarapacá", concluiu o presidente do Conselho de Administração da EPI, Max Barrera.

