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A Comunidade Logística Portuária de Chacabuco (Comport) abordou detalhes operacionais do projeto de ampliação do Atracadouro Huillín. A jornada teve como foco apresentar os alcances, fases operacionais e medidas de segurança vinculadas ao plano de desmonte do cais atual e à montagem da nova infraestrutura.
"O projeto permitirá duplicar a capacidade de atendimento de embarcações menores, passando de 10 para 20 locais de atracação, em benefício direto da conectividade e da indústria regional", comunicou a entidade.
A instância informativa contou com a participação ativa de representantes de empresas operadoras, prestadores de serviços e órgãos fiscalizadores da cadeia portuária, tais como H&B Servicios, SAAM Towage, Ultraport, o Serviço Nacional de Alfândegas, Agental e Transportes Marítimos H&B e Pangal, entre outros usuários permanentes do terminal.
Durante o encontro, foi exposto o cronograma de execução das obras, que contempla uma primeira fase de desmantelamento do cais atual, seguida pela etapa de montagem e instalação da nova estrutura modular.
Além disso, foram coordenados os requisitos de espaço operacional e as restrições temporárias nos fluxos internos do recinto portuário, com o objetivo de garantir a continuidade operacional e salvaguardar a segurança das operações.
Atualmente, o Atracadouro Huillín presta serviço a 10 embarcações menores dedicadas principalmente ao transporte de pessoal e insumos para a indústria local. "Com a concretização das obras de infraestrutura, a instalação aumentará sua capacidade operacional para 20 locais de atracação contemporâneos, fortalecendo os padrões de serviço e a eficiência no atendimento das embarcações", precisou a Comport.
A esse respeito, Felipe Candia, gerente geral da Empresa Portuária Chacabuco (Emporcha), destacou que "tivemos uma reunião muito produtiva com clientes e usuários do porto para informá-los sobre o grau de avanço do projeto de ampliação do atracadouro Huillín".
"Este atracadouro presta serviço a embarcações menores dedicadas principalmente ao transporte de pessoal, e pretendemos ampliar sua capacidade para 20 locais. A ideia foi coordenar as atividades dentro do porto e as etapas de montagem do novo atracadouro", acrescentou.
Por sua vez, Juan Alaví Artalucchi, representante da Transportes Marítimos H&B e Transportes Marítimos Pangal, afirmou que "estávamos esperando por isso e esperamos que corra bem para que tenhamos um bom cais, porque precisamos dele para também prestarmos um serviço muito bom às salmoniculturas, que é disso que se trata este negócio".
"A articulação preventiva e o diálogo permanente no âmbito da Comunidade Logística continuarão durante todo o desenvolvimento das obras, assegurando um fluxo de informação constante e coordenado entre as autoridades marítimas, os serviços públicos e os operadores privados que dinamizam a economia e a conectividade marítima da Região de Aysén", conforme enfatizou a Comport.
A jornada também foi marcada por um momento institucional significativo, no qual a comunidade logística se despediu de um dos atores históricos da operação portuária local após o anúncio de sua saída da região.
"Nesta última reunião da Comunidade Logística, por parte da Ultraport, e depois de 30 anos, decidimos sair desta região. Agradecemos à Comunidade Logística Portuária por todo o apoio que nos deram durante todos esses anos", expressou Roberto Vargas, representante da Ultraport Chacabuco.

