
Hyundai Glovis e Liberty Global Logistics exploram PCTC com propulsão nuclear
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Hyundai Glovis e Liberty Global Logistics (LGL) firmaram, em 30 de setembro, um memorando de entendimento para avaliar conjuntamente o desenvolvimento e a operação comercial de um Pure Car and Truck Carrier (PCTC) propulsionado por um reator modular pequeno (SMR). O projeto está inicialmente focado no comércio entre Estados Unidos e Coreia do Sul.
Alcance do estudo
A análise abrangerá os requisitos comerciais, técnicos e regulatórios necessários para construir e operar o navio. A LGL ficará responsável por examinar o ambiente regulatório e operacional dos Estados Unidos, com atenção inicial especial aos portos da Costa Oeste, incluindo as autorizações federais e estaduais e as necessidades de infraestrutura portuária. A Hyundai Glovis realizará uma avaliação equivalente na Coreia do Sul. Ambas as empresas também estudarão a viabilidade de construção do navio, incluindo a seleção do estaleiro, o estado de bandeira e os requisitos de classificação.
Antecedente técnico e declarações
O acordo amplia o trabalho que a Hyundai Glovis já vinha desenvolvendo em torno dessa propulsão: em junho de 2026, durante a Posidonia, a empresa recebeu da Lloyd's Register uma Aprovação em Princípio para o design conceitual de um PCTC com SMR, desenvolvido em conjunto com Hyundai Heavy Industries, HD Korea Shipbuilding & Offshore Engineering, G-Marine Service e o Korea Atomic Energy Research Institute, estudo que abordou a integração de um reator de sais fundidos. O presidente da LGL, David Minetti, afirmou que a intenção é examinar não apenas se um navio com SMR pode ser construído, mas o que seria necessário para que ele opere de forma segura, eficiente e comercial entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul.
Possível expansão
Se o serviço entre Estados Unidos e Coreia do Sul se mostrar comercialmente viável, as empresas preveem explorar a extensão do conceito para outros países e rotas internacionais. A Hyundai Glovis indicou que essa parceria busca estabelecer as condições necessárias para uma operação comercial real, no âmbito de uma estratégia que amplia seu foco de navios de combustível duplo com GNL para propulsão de próxima geração e zero emissões de carbono.
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