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A Norwegian Cruise Line Holdings e quatro ex-diretores pediram a um juiz de Miami-Dade para arquivar definitivamente o processo de compensação do ex-presidente e CEO Frank Del Rio, argumentando que suas próprias petições judiciais concederam o caso.
Em uma resposta conjunta apresentada em 25 de agosto no Décimo Primeiro Circuito Judicial, os advogados da NCLH, NCL (Bahamas) Ltd. e dos ex-diretores Russell Galbut, Harry Curtis, Mary Landry e Stella David disseram que o parecer de oposição de Del Rio abandonou uma das acusações e enfraqueceu as demais.
Del Rio processou em maio, alegando que foi induzido a se aposentar mais cedo em troca de um acordo de consultoria de 4,5 anos no valor de US$ 18 milhões, apenas para receber um acordo por escrito cobrindo 2,5 anos e US$ 10 milhões. Ele está buscando o saldo disputado de US$ 8 milhões.
A defesa disse que Del Rio reconheceu que a alegada extensão oral de dois anos é barrada pelo Estatuto de Fraudes da Flórida e a descreveu como inexequível.
A resposta também argumentou que Del Rio se colocou em uma situação problemática. Sua queixa descreve um CEO em exercício que conscientemente concordou em manter um acordo de US$ 8 milhões fora do Acordo de Transição, Aposentadoria e Consultoria por escrito para evitar outra votação fracassada de 'Say-on-Pay', disse a defesa.
Sobre as acusações de fraude, o documento disse que Del Rio concedeu que a queixa não identifica datas exatas ou separa o que cada diretor supostamente disse, e propôs usar a descoberta para refinar as alegações.

